Sobre a sobra real
O cálculo parte do que fica depois das contas do mês e do mínimo que você quer manter em conta. A regra raspa a sobra, não a conta.
Para quem está saindo da dívida
Você começou a ganhar um pouco melhor e quer se livrar da dívida — mas sabe que, sem uma reserva, a primeira emergência te leva de volta ao cartão. O No Trilho deixa você escolher quanto de cada sobra vai para cada coisa. Decide uma vez; ele recalcula todo mês.

Uma regra, não uma meta
Meta é um valor fixo, e quebra no mês em que sobrou menos. Regra é um percentual: acompanha o que realmente sobrou.
O cálculo parte do que fica depois das contas do mês e do mínimo que você quer manter em conta. A regra raspa a sobra, não a conta.
Com 70% para dívida, uma sobra de R$ 1.360 vira R$ 952 para adiantar a quitação e R$ 408 para a reserva. No mês seguinte, com outra sobra, a divisão se refaz sozinha.
Parece o certo, e é o que a pressa manda. Mas sem reserva, um pneu furado ou uma conta de saúde te devolve ao cartão. Os 30% são prevenção de recaída.
Os dois lados, nos mesmos meses
Nos gráficos, o mesmo período: o que foi separado para quitar e o que foi separado para poupar, mês a mês. Você enxerga o progresso nas duas frentes sem escolher uma e abandonar a outra.

Perguntas frequentes
Porque sem reserva a primeira emergência volta para o cartão ou para um novo empréstimo, e o ciclo recomeça. Separar uma parte para a reserva é o que impede a recaída.
A regra é um percentual, não um valor fixo. Sobrou mais, vai mais para os dois; sobrou menos, vai menos. Você não precisa refazer nada.
Sim, a qualquer momento. Também pode zerar: com 0% para dívidas, toda a sobra segue para a reserva e a divisão simplesmente deixa de aparecer.
Não. O No Trilho organiza e calcula a regra que você define. A decisão sobre percentuais, dívidas e reserva continua sendo sua.
No Trilho Finanças
Cadastre as contas, veja o que sobra e escolha a divisão. O resto se recalcula sozinho.